Meio Ambiente
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Ações ambientais da DERSA já resgataram mais de 5,3 mil animais em seus empreendimentos

Trabalho ambiental no Rodoanel Norte e na Nova Tamoios Contornos tem a preocupação de evitar que impactos das obras prejudiquem a fauna

São Paulo, 8 de setembro de 2016 - Os programas de resgate, afugentamento e monitoramento de fauna, implantados nos empreendimentos executadas pela DERSA, empresa vinculada à Secretaria Estadual de Logística e Transportes, já beneficiaram o meio ambiente com cuidados especiais destinados a mais de 5,3 mil animais silvestres. As ações têm o objetivo de preservá-los e conduzi-los para áreas protegidas próximas das obras.

 Só no Rodoanel Norte já foram resgatados e tratados mais de 2,3 mil animais entre os meses de março de 2013 a julho de 2016. Na Nova Tamoios Contornos foram mais de 2 mil durante os meses de junho de 2014 a julho de 2016.

O trabalho de conservação ambiental é feito antes mesmo do início das obras. Uma equipe composta por veterinários, biólogos, auxiliares de campo e pesquisadores resgata as espécies que habitam no local. Essa estratégia evita que animais sejam feridos durante as intervenções nas obras.

Os animais são realocados em áreas próximas preservadas. Aqueles que são encontrados em locais de risco, como em ninhos de pássaros, ou que têm baixa mobilidade, como bichos-preguiça, roedores, sapos e pererecas, são resgatados e realocados em áreas seguras com características adequadas às suas necessidades. 

Todos os canteiros dos lotes estão equipados com ambulatórios veterinários para atender animais resgatados que eventualmente necessitem de cuidados antes de retornarem à natureza. 

Monitoramento

Além da preocupação de minimizar os impactos das obras no ambiente dos animais que vivem nas áreas em que o empreendimento está sendo implantado, a DERSA realiza o monitoramento da fauna em toda a região do entorno. O monitoramento de fauna é executado por biólogos especialistas que identificam e registram os animais pertencentes à região.

São monitorados os grupos considerados bioindicadores (mamíferos, aves, répteis, anfíbios e borboletas), cuja presença permite identificar possíveis impactos na fauna causados pelas obras. Este trabalho é importante não só para mitigar os impactos durante as obras, mas para identificar eventuais alterações no comportamento e no bioma para que, caso seja necessário, medidas compensatórias possam ser tomadas em nome do reequilíbrio do meio ambiente.

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